Boa tarde pessoal.
Depois do nascimento da minha filha, de alguns playtestes e de algumas dicas do meu amigo Julio Matos, resolvi adaptar o NEPHELIN para o sistema carnage, do 3:16 Carnificina entre as estrelas.
E para isso algumas modificações na história são necessárias, espero que gostem:
O
STARLOG
Sempre houve na
humanidade a preocupação com vida em outros planetas. Em períodos anteriores ao
Império, muitas pessoas relatavam terem tido contatos com “extraterrestres”, e
os cientistas buscavam no espaço qualquer sinal de vida em outros planetas.
Quando a expansão
espacial do Império de Gaia começou, esperava-se o contato com seres
alienígenas hostis, e por conta disso um grupo militar foi criado, o Exército
Imperial. Este exército acompanhava as naves que se deslocavam pelo espaço para
terraformar e colonizar planetas e sua missão era proteger as naves de ataques
de possíveis alienígenas hostis e combatê-los e depois de instalada a colônia,
fariam a proteção dos habitantes.
Mas a História oficial
diz que os gaianos, em sua expansão pelo universo tiveram contatos com apenas
duas raças alienígenas: Os Zintrim e os Ba-at:
Entretanto a história
foi bem diferente:
Em tempos passados,
antes da formação do Império de Gaia, os supercientistas trabalhavam em segredo
para salvar a humanidade da crise mundial, criando todos os métodos e
mecanismos que seriam denominados de Super – Ciência.
Mas, ao contrario do
que se pensa hoje, no ano de 3600, os supercientistas planejaram todos os
passos que levaram os homens à criação do Império e a expansão espacial e nada
poderia dar errado para fazer do homem o único senhor de seu destino e de seu
futuro, sem substitutos, sem robôs ou inteligências artificiais e expandir o
futuro Império de Gaia para os confins do universo.
Para isso, no ano de
2450, os supercientistas criaram o Starlog,
um grupo militar e de pesquisa que foi enviando ao espaço para escolher
planetas que seriam colonizados, estudando sua estrutura, seu sistema solar e
luas, a parte militar era responsável por entrar em combate com alienígenas e
destruir qualquer ser que pudesse ameaçar a Terra. Contudo, os supercientistas
não podiam se revelar aos humanos antes do tempo programado, e por isso não
podiam convocar homens para compor a ala militar do Starlog. A alternativa dos supercientistas foi criar seus soldados
em laboratório por meio da engenharia genética e um exército com cerca de 10
mil soldados foi enviado ao espaço junto com cientistas, pesquisadores e
exploradores mapeando o universo para a expansão do Império.
Foram muitos combates
enfrentados pelo Starlog em sua viagem pelo espaço, centenas de contatos com
raças alienígenas foram feitos, criaturas, planetas e luas foram catalogados,
criando uma imensa base de dados para a colonização do espaço.
Contudo, mais de um
século depois de partirem para o espaço, alguns problemas começaram a surgir,
não se sabe exatamente o que aconteceu com o Starlog, talvez o tempo viajando, somado ao fato dos soldados serem
humanos artificiais, feitos em laboratório, tenham levado os soldados a um
estado de paranoia, o certo é que em um determinado momento as ações que eram
de contato com raças alienígenas passaram a ser de extermínio de toda e
qualquer criatura encontrada nos planetas visitados, inteligentes ou não.
Alguns membros do grupo
que ainda estavam mentalmente capazes conseguiram entrar em contato com os
supercientistas na Terra, os avisando sobre o que estava acontecendo, antes de
serem mortos pelos soldados. Inicialmente os supercientistas entraram em
contato com os soldados do Starlog, mas foram ignorados e depois de vários
chamados e temendo um ataque contra a Terra, já que eles não sabiam em qual
ponto do espaço eles estavam não restou alternativa aos supercientistas a não
ser ativar o “Protocolo Final”. Destruir a frota do Starlog ativando, da Terra,
as bombas que estavam nas naves. Mesmo sem a sua localização, o protocolo foi
ativado, as bombas explodiram e o Starlog se perdeu entre as estrelas.


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